<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>marcuscavalcanti.net &#187; OO</title>
	<atom:link href="http://www.marcuscavalcanti.net/blog/tag/oo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcuscavalcanti.net/blog</link>
	<description>Software, tecnologia e etc.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jul 2010 03:52:18 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Getters e Setters?</title>
		<link>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/14/getters-e-setters/</link>
		<comments>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/14/getters-e-setters/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 02:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Padrões]]></category>
		<category><![CDATA[getter/setter]]></category>
		<category><![CDATA[OO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcuscavalcanti.net/blog/?p=89</guid>
		<description><![CDATA[Logo quando comecei a programar orientado a objetos, percebi que muitas aplicações faziam o uso dos famosos pares get/set, então a primeira coisa que eu fazia ao construir uma classe, era pedir para que a IDE gerasse esses pares dos meus atributos privados antes mesmo de fazer qualquer coisa. Mas o que eu não me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo quando comecei a programar orientado a objetos, percebi que muitas aplicações faziam o uso dos famosos pares get/set, então a primeira coisa que eu fazia ao construir uma classe, era pedir para que a IDE gerasse esses pares dos meus atributos privados antes mesmo de fazer qualquer coisa. Mas o que eu não me questionava, era sobre o real motivo do uso dessa dupla.</p>
<p>Hoje em dia vejo muitas aplicações que cometem esse mesmo equívoco que eu cometia há alguns anos atrás, fazem o uso do recurso (que nesse caso passaria a não ser um recurso) sem saber a razão, isso me remete até ao <a href="http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/09/frameworks-x-desenvolvedores/" style="text-decoration: underline" target="_blank">meu primeiro post</a>.</p>
<p>Essa questão sobre o uso de getters e setters tem muito a ver como as coisas são feitas hoje em dia em relação ao desenvolvimento de software, principalmente em desenvolvimento para web, eu diria. Perdeu-se o seu principal foco, razões e objetivos e com isso surgem casos como o uso desenfreado dos getters e setters.</p>
<p>Getters e setters devem ser originalmente usados para encapsular seus atributos, evitando assim que eles sejam acessados diretamente. Dessa forma podemos aplicar determinada regra de negócio antes de atribuir valor a um atributo. Não é necessário, por exemplo, usar getters e setters em alguns objetos que serão imutáveis, ou então, apenas em objetos que servem para receber valor, nesses casos os getters e setters tornariam-se desnecessários.</p>
<p>Hoje em dia só faço o uso dessa dupla, quando realmente sinto essa necessidade, quando sei que meu atributo poderá vir a ter uma regra de negócio específica ou por algum motivo muito peculiar (ver mais abaixo), caso contrário, não uso. Em muitos casos passar os valores para o objeto utilizando o método construtor já resolveria o problema de forma simplória.</p>
<p>Deve-se considerar também, a possibilidade do seu software ser uma API aberta, usada e modificada por outros desenvolvedores, onde talvez você não tenha necessidade de um getter/setter, mas provavelmente para fornecer uma maior flexibilidade do código &#8211; considerando a possibilidade dele ser extendido &#8211; talvez seja interessante disponibilizar os tais pares. Da mesma forma que para <em>debugar</em> um código, talvez seja interessante fazer o uso de getters e setters para saber o valor que está sendo atribuído a uma variável, ao invés de espalhar milhões de breakpoint pelo código.</p>
<p><strong>Links Interessantes</strong><br />
<a href="http://blog.fragmental.com.br/2006/03/04/fowler-e-getters/" style="text-decoration: underline" target="_blank">Fowler e Getters</a><br />
<a href="http://martinfowler.com/bliki/GetterEradicator.html" style="text-decoration: underline" target="_blank">Getter Erradictor</a><br />
<a href="http://www.javaworld.com/javaworld/jw-09-2003/jw-0905-toolbox.html" style="text-decoration: underline" target="_blank">Why getter and setter methods are evil</a><br />
<a href="http://blog.caelum.com.br/2006/09/14/nao-aprender-oo-getters-e-setters/"  style="text-decoration: underline" target="_blank">Como não aprender Java e orientação a objetos</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/14/getters-e-setters/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>OO em vários sabores</title>
		<link>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/11/oo-em-varios-sabores/</link>
		<comments>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/11/oo-em-varios-sabores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 02:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Padrões]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[OO]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcuscavalcanti.net/blog/?p=61</guid>
		<description><![CDATA[Provavelmente não é a primeira vez que alguém teve essa idéia, mas o Jim Weirich teve a iniciativa de criar uma página mostrando a implementação dos principais conceitos de OO em várias linguagens de programação, com suporte nativo a OO, ou não.
A idéia foi criar um problema simples e a partir disso coletar as implementações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente não é a primeira vez que alguém teve essa idéia, mas o <a style="text-decoration: underline" href="http://www.onestepback.org" target="_blank">Jim Weirich</a> teve a iniciativa de criar uma <a style="text-decoration: underline" href="http://onestepback.org/articles/poly/index.html" target="_blank">página</a> mostrando a implementação dos principais conceitos de OO em várias linguagens de programação, com suporte nativo a OO, ou não.</p>
<p>A idéia foi criar um problema simples e a partir disso coletar as implementações nas mais diversas linguagens, das mais loucas as mais famosas.</p>
<p>Eu dei a minha colaboração na <a style="text-decoration: underline" href="http://onestepback.org/articles/poly/oo-php5.html" target="_blank">implementação para PHP 5</a>.</p>
<p>Reparem na &#8220;facilidade&#8221; que seria <a style="text-decoration: underline" href="http://onestepback.org/articles/poly/sp-sed.html" target="_blank">resolver o problema</a> usando SED, que na verdade <a style="text-decoration: underline" href="http://aurelio.net/sed/sed-HOWTO/sed-HOWTO-2.html#toc5" target="_blank">não é considerada uma linguagem de programação</a>.</p>
<p>É a famosa discussão da melhor linguagem. Para mim não existe a melhor linguagem, cada uma tem sua finalidade e consequentemente seus pontos fortes e fracos. Nada impede que um sistema tenha várias linguagens e plataformas, não é mesmo? Aliás, felizardo são aqueles que tem essa visão e know-how de mixar tecnologias. Vide <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_platform" target="_blank" style="text-decoration: underline">Google</a>, que dentre outras usa <a href="http://groups.google.com/group/comp.lang.python/browse_thread/thread/af75a3e91a03ec18/?pli=1" target="_blank" style="text-decoration: underline">Python</a>, <a href="http://java.sun.com/developer/technicalArticles/J2SE/google/limoore.html" target="_blank" style="text-decoration: underline">Java</a> e <a href="http://google-styleguide.googlecode.com/svn/trunk/cppguide.xml" target="_blank" style="text-decoration: underline">C++</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/11/oo-em-varios-sabores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>frameworks x desenvolvedores</title>
		<link>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/09/frameworks-x-desenvolvedores/</link>
		<comments>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/09/frameworks-x-desenvolvedores/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 19:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura e Padrões]]></category>
		<category><![CDATA[MVC]]></category>
		<category><![CDATA[OO]]></category>
		<category><![CDATA[Padrões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcuscavalcanti.net/blog/?p=26</guid>
		<description><![CDATA[Outro dia na lista php-especialista rolou uma discussão no mínimo curiosa sobre o uso de frameworks. Uns defendiam os frameworks (eu era um desses) e outros eram radicalmente contra, na verdade uma pessoa era radicalmente contra.
Acompanhando a discussão e até participando, refleti sobre alguns pontos e percebi um detalhe que até então estava passando desapercebido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia na lista php-especialista rolou uma <a style="text-decoration: underline" href="http://br.groups.yahoo.com/group/php-especialistas/message/18149" target="_blank">discussão</a> no mínimo curiosa sobre o uso de frameworks. Uns defendiam os frameworks (eu era um desses) e outros eram radicalmente contra, na verdade uma pessoa era radicalmente contra.</p>
<p>Acompanhando a discussão e até participando, refleti sobre alguns pontos e percebi um detalhe que até então estava passando desapercebido por mim: frameworks só deveriam ser usados por quem consegue e tem responsailidade ao usá-los.</p>
<p>A frase acima parece meio ambígua e talvez até agressiva, concordo, mas posso explicar melhor.</p>
<p>Tenho visto constantemente em fóruns de discussão, listas e etc, pessoas com dúvida sobre o framework X, só que grande parte dessas dúvidas não são em função de uma limitação do framework X e sim uma limitação do desenvolvedor. Vejo que por exemplo, com essa explosão dos frameworks WEB/MVC, que muitos desenvolvedores fazem o uso do framework X de forma famigerada ferindo todos os conceitos de MVC, conseguem simplesmente esquecer que o framework foi construído dentro desse padrão e que o ideal é que ele permaneça dessa forma. Quando digo isso, não digo isso porque o framework X deve ser imutável, na verdade a grande maioria dos frameworks oferece flexibilidade o suficiente para ser extendido e até alterado (que na maiora das vezes não é a melhor decisão), mas de forma que seja respeitado a sua arquitetura e &#8216;boas práticas&#8217; de design de uma aplicação.</p>
<p>Quase todos esses frameworks foram construídos usando <a href="http://java.sun.com/docs/books/tutorial/java/concepts/" target="_blank" style="text-decoration: underline">OO</a>, mas mesmo assim a maioria dos desenvolvedores que usam esses frameworks não conhecem os principais (básicos) conceitos de OO e com isso acabam tomando decisões que no futuro irá prejudicar o projeto como um todo e consequentemente irão ter o seu filme queimado. Em muitos casos a aplicação correta dos conceitos de OO <a style="text-decoration: underline" href="http://martinfowler.com/articles/enterprisePatterns.html" target="_blank">resolveriam de forma elegante e reutilizável aquele problema</a> que outros optam por resolver de forma <a style="text-decoration: underline" href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/POG" target="_blank">bisonha</a>.</p>
<h3>Onde eu quero chegar com tudo isso?</h3>
<p>O que eu quero dizer é que todos deveríamos nos preocupar em entender como as coisas funcionam antes mesmo de usá-las, aprendi isso há bastante tempo atrás com um amigo meu na época em que agia da mesma forma que estou citando aqui, portanto compreendo perfeitamente algumas pessoas ainda agirem dessa forma, principalmente as mais inexperientes, por isso resolvi ter a iniciativa de escrever esse post e talvez gerar uma reflexão. Não sou o dono da verdade, não construo os melhores softwares do mundo, mas procuro sempre saber e entender o que eu estou usando e o que estou fazendo, pois com isso evito problemas para mim e para o meu projeto. E o principal é que evoluo.</p>
<h3>Dicas</h3>
<p>Antes de usar algo, procure se perguntar:</p>
<p>- O que eu preciso?</p>
<p>- Como &#8220;x&#8221; funciona?</p>
<p>- Usar &#8220;x&#8221; resolve o meu problema?</p>
<p>- &#8220;x&#8221; vai me ajudar ou atrapalhar?</p>
<p>- Quais são as outras alternativas a &#8220;x&#8221;?</p>
<p>Acredito que com respostas para as questões acima é possível ter uma resposta que satisfaça a necessidade real do problema e que principalmente nos deixe com a sensação de que o melhor possível foi feito, pelo menos pensado foi. E se mesmo assim algo der errado, como conhecemos o problema e a solução que fracassou, fica mais fácil (ou menos difícil?) de identificar e resolver.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcuscavalcanti.net/blog/2009/01/09/frameworks-x-desenvolvedores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
